
Cantora, compositora e pianista, INÊS APENAS começou a sua formação musical no Orfeão de Leiria e licenciou-se em Piano Clássico na ESMAE, no Porto. em 2019, fez parte dos coros de Surma no Festival da Canção e foi aí que começou a sua descoberta como artista a solo.
Em 2021, lançou os primeiros singles como INÊS APENAS e no ano seguinte o EP de estreia, “um dia destes”. Foi finalista do Festival da Canção 2023, com o tema 'Fim do Mundo', e no mesmo ano editou o segundo EP de originais, "Leve(mente)", com canções de ritmos energéticos e dançáveis, mas também intimistas. O lançamento inclui colaborações com LEFT., na faixa-título, com airplay na Rádio Comercial; com MALVA e SOLUNA, em 'Tensa' e 'La Nena' - nomeada aos International Portuguese Music Awards 2024, na categoria "World Music" - singles que a tornaram na primeira artista portuguesa com duas faixas, em simultâneo, na playlist EQUAL Global do Spotify; e 'Shhinfrim', tema com airplay na RFM premiado com uma menção honrosa nos Novos Talentos FNAC 2023.
Ainda em 2023, editou o curta-duração "acústico", com versões intimistas a voz e piano de temas dos dois primeiros EPs, entre elas uma colaboração com Cláudia Pascoal e o inédito 'LEIRIA NÃO EXISTE', que ganhou airplay diário na Rádio Comercial, RFM e Renascença, entrou no Top 50 da plataforma Shazam, em Portugal, e ocupou o 15º lugar no Top Canções Virais do Spotify Portugal. Como compositora, INÊS APENAS escreveu temas para artistas de renome no panorama musical português como Aurea, IRMA, Catarina Filipe e Blaya, entre outros.
Editado no final de 2024, o aguardado álbum de estreia, "ÉTER" é descrito por INÊS APENAS como um conjunto de canções "sobre a dicotomia entre o real e o ilusório, entre verdadeiro-falso, bem-mal, morte-vida, numa procura sonora constante sobre a perceção da realidade". O disco foi coproduzido pela cantora e compositora com Constantino, NED FLANGER, miguele, LEFT., Luar, DØR e YANAGUI e inclui colaborações com IRMA, MALVA, Milhanas, LEFT., e a participação especial do escritor João Tordo. O longa duração foi considerado um dos Melhores Álbuns do Ano para a Blitz/Expresso e tem vindo a ser apresentado ao vivo em salas como o Teatro Maria Matos, em Lisboa, Teatro Aveirense, em Aveiro, e Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, entre outros, e em festivais como o FNAC LIVE, Festival F, Super Bock em Stock e NOS Alive.